MENU
The large Self Portraits # 12, acrílico sobre papel, 180 x 150 cm, 2005

Pedro Cabrita Reis

554
0

Pedro Cabrita Reis nasceu em Lisboa em 1956, cidade onde vive e trabalha. Com reconhecimento internacional consolidado, o seu trabalho tornou-se crucial para o entendimento da escultura a partir de meados da década de 1980. A sua complexa obra, caracterizada por um idiossincrático discurso filosófico e poético, engloba uma grande variedade de meios: pintura, escultura, fotografia, desenho e instalações compostas de materiais encontrados e de objectos manufacturados. Utilizando materiais simples e submetendo-os a processos construtivos, Pedro Cabrita Reis recicla reminiscências quase anónimas de gestos e acções primordiais repetidos no quotidiano. Centradas em questões relativas ao espaço e à memória, as suas obras adquirem um sugestivo poder de associação que, transpondo o visual, alcança uma dimensão metafórica. A complexa diversidade teórica e formal do trabalho de Pedro Cabrita Reis procede de uma reflexão antropológica contrária ao reducionismo do discurso sociológico. De facto, é sobre silêncios e indagações que assenta a obra de Pedro Cabrita Reis. Participou em importantes exposições internacionais, tais como na Documenta IX em Kassel, em 1992, nas 21ª e 24ª Bienais de São Paulo, respectivamente em 1994 e 1998, e no Aperto na Bienal de Veneza de 1995. Em 2003, representou Portugal na Bienal de Veneza e em 2009 participou na Xème Biennale de Lyon, “The Spectacle of the Everyday”.

O seu trabalho tem sido exibido em exposições organizadas por diversos museus e centros de arte, de onde se destacam: “Sometimes one can see the clouds passing by”, Kunsthalle Bern, 2004; “Stillness”, Camden Arts Centre, London, 2004; “True Gardens #3 (Dijon)”, FRAC Bourgogne, Dijon, 2004; “Pedro Cabrita Reis”, MACRO, Museo d’Arte Contemporanea, Roma, 2006; “La ciudad de adentro”, OPA, Guadalajara, 2007; “True Gardens #6”, Kunsthaus Graz, Graz, 2008; “Pedro Cabrita Reis”, Fondazione Merz, Torino, 2008; “La Línea del Volcán”, Museo Tamayo, Mexico City, 2009; “Deposição”, Pinacoteca de São Paulo, 2010, “One after another, a few silent steps”, Hamburger Kunsthalle, Hamburg, 2009 – Carré D’Art, Nîmes, 2010 – Museum for Contemporary Art, Leuven, 2011 – Museu Colecção Berardo, Lisbon, 2011; “States of Flux – Pedro Cabrita Reis”, Tate Modern, London, 2011-2013; “A Remote Whisper”, 55a Biennale de Venezia, 2013; “Lifted Gaze”, De Vleeshal, Middelburg, 2014; “Alguns nomes”, Galeria Mul.ti.plo, Rio de Janeiro, 2014; “Fourteen paintings, the preacher and a broken line”, The Power Plant, Toronto, 2014; “The London angles”, Sprovieri Gallery, London, 2014; “The Field”, Peter Freeman Inc., New York, 2014; “Herbarium (Madrid)”, Galeria Juana de Aizpuru, Madrid, 2015; “Les lieux fragmentés”, Hotel des Arts, Toulon, 2015; “A few drawings, a façade inside and a possible staircase”, The Arts Club, Chicago 2015; “Pedro Cabrita Reis”, Kewenig Galerie, Berlin 2015; “Pedro Cabrita Reis”, Konkrete Mehr Raum!, Osnabrück 2015; “La casa di Roma – L’Albero della Cuccagna”, MAXXI – Museo Nazionale delle Arti del XXI secolo, Rome 2015; “A casa de Coimbra – anozero’15 – um lance de dados, Bienal de Arte Contemporânea de Coimbra”, Sala da Cidade, Refeitório do Convento de Santa Cruz, Coimbra 2015